terça-feira, 20 de novembro de 2007


Deixe-me escrever poesias nos azulejos de teu banheiro,

terá a assinatura do meu momento

Quando você tomar banho e o vapor beijar as palavras

talvez restem poucas letras

E talvez

estas letras desgarradas formem outras palavras

E assim

outros poemas.



A cada visita, uma nova poesia.

Se me faltar criatividade

elejo outro poeta para narrar o momento

E se não encontrar, faço um desenho.

Mas prometo



nunca deixar vazios teus azulejos.



Chá de Menta