quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Amor (retrospectiva)


Era uma vez um camponês feio

Que se tinha apaixonado

Por uma princesa linda

Um dia a princesa - vá lá saber-se porquê

Deu um beijo no camponês feio

E, magicamente, este transformou-se

Num príncipe esbelto e ataviado

(Pelo menos era assim que ela o via)

(Pelo menos era assim que ele se sentia)


Jorge Bucay

1 comentário:

Vinícius Bento disse...

É a magia do amor:

"Sempre vos ouço dizer que o Amor é cego, no sentido de que ele não vê defeitos naquele que é amado. Essa espécie de cegueira é o máximo da visão."

"É claro e penetrante o olhar do Amor. Por isso ele não vê faltas."


(trechos do capítulo 11 do livro "O Livro de Mirdad", de Mikhail Naymi)